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Novidades em breve



Olá amigos seguidores desse espaço... o nosso Claquete Dez está passando por uma reformulação.
Aguardem novidades para os próximos dias! Segue a dica de filme: O Diabo veste Prada (2007), baseado no livro de mesmo nome de Laurie Weisberger.


Luz, câmera... AÇÃO! Porque cinema é a nossa paixão.


Abraços cinéfilos,

Mah.

Lisbela, eu sou...

"O amor é filme, eu sei pelo cheiro de menta e pipoca que dá quando a gente ama...

Eu sei porque eu sei muito bem como a cor da manhã fica...

Da felicidade, da dúvida, dor de barriga...

É drama, aventura, mentira, comédia romântica" (Cordel do Fogo Encantado).


Amigos do Claquete, saudações!


Começo o primeiro post desta semana especial (aniversariei no dia 27 de junho) com o trecho da música-tema do filme Lisbela e o Prisioneiro (2003), dirigido por Guel Arraes.


Muitas das pessoas que conheço têm ainda uma imagem negativa dos filmes nacionais. No entanto, essa é uma produção das mais divertidas de nosso cinema. Baseada na obra de Osman Lins, a trama é de uma leveza, e, ao mesmo tempo, de uma sensibilidade absurda.

A sonhadora Lisbela, interpretada pela versátil Débora Falabella, é uma aficcionada por cinema. Vive no mundo da lua sonhando com os galãs de Hollywood. Está noiva de Douglas, vivido por Bruno Garcia, que está impagável no filme como um pernambucano que, ao passar um mês no Rio de Janeiro, volta com aquele sotaque carioca de novela.


Tudo caminha bem para a romântica Lisbela, até que o trambiqueiro Leléu da Anunciação (Selton Mello) cruza o caminho dela. Metido em hilárias presepadas, ele vai de cidade em cidade fazendo as vezes de guru, show-man e amante latino (risos).

E apesar das inegáveis diferenças, Lisbela e Leléu apaixonam-se à primeira vista.


Mas para viver esse amor, os dois passam por muitos desafios: o rigoroso pai de Lisbela, chefe de polícia local; Douglas, o vaidoso noivo rejeitado. Inaura, ex-amante de Leléu e mulher de um perigoso assassino de aluguel, que chegou à cidade para caçar o pivô da traição...


Uma coisa é certa: o destino de Lisbela estava unido ao de Leléu por meio do amor pelos filmes. Amor pelo cinema, sentimento do qual eu partilho, no qual me perco, que me encanta e me alimenta. Daí minha identificação com a mocinha Lisbela.



O final, obviamente, vocês terão de assistir. Ao conhecer essa intrigante e maravilhosa história, vocês verão que o amor é filme... e, assim esperamos, com um final pra lá de feliz!


Quanto a mim, de certa forma, Lisbela eu sou...


A todos um ótimo filme, regado a amor, menta e pipoca! O abraço do Claquete Dez hoje vai para o Be (amigo, te amo!), Rafa, Clau e família, Davi, Andressa e Fernando (adoro vcs), sempre atentos aos posts do blog.


A magia do cinema...


Saudações cinéfilas, amigos do Claquete dez!

Hoje vou falar de um filme que me marcou bastante. Um daqueles que pegamos com desconfiança na prateleira da locadora, e "pagamos a própria língua" devido à qualidade da história.
Quando se fala no ator Jim Carrey, as pessoas pensam (e eu assim pensava, claro) em uma comédia estilo pastelão, com direito a caretas, trapalhadas e situações estapafúrdias.
Entretanto, a meu ver, as melhores performances desse ator são em tramas dramáticas, como o Mundo de Andy, O show de Truman, 23 e o filme-post de hoje, Cine Majestic, um dos mais belos e significativos filmes que já vi.
Dirigido por Frank Darabolt (Um sonho de liberdade e À espera de um milagre, outros filmes que adoro), a trama se passa da década de 1950 e conta a história de Peter Apletton, um arrogante roteirista hollywodiano.
Por engano, Apletton se torna alvo do macarthismo, intenso movimento de luta anti-comunista. Acusado de seguir essa ideologia, o roteirista perde o emprego e, numa noite, sofre um sério acidente em que seu carro cai no rio. O que ocasiona a perda de sua memória.
Por conta da correnteza, Peter vai parar em uma pequena cidade do interior da Califórnia. Lá, é confundido com Luke Trimble, o filho do dono da sala de cinema local, que havia desaparecido na 2ª Guerra Mundial. Após assumir a identidade de Trimble, ele, por ironia do destino, revive seu amor pelo cinema, tendo, volta e meia, "lampejos" de sua vida em Hollywood.
Encontra, na noiva de Luke, o amor que jamais tivera em sua vida "pregressa".
Auxilia, então o "pai" Harry, interpretado pelo excelente Martin Landau, a reformar o Cine Majestic, preparando a bela sala para a reestreia.
Porém, as lembranças de sua verdadeira identidade começam a surgir, da mesma forma que seu amor por Adele só faz crescer.
É uma trama bonita, verossímil, ao mesmo tempo alegre e triste. Um filme sobre cinema que tira o fôlego do espectador e o emociona de diversos modos.
Assistam, pois vale a pena, e muito. Para os entusiastas e curiosos da sétima arte, como eu, é um prato cheio.

Até o próximo post. Abraços a todos, em especial para meus queridos amigos Northon (te amo), Clau e Guto (amigos e incentivadores dessa minha interface blogueira e pais do pequeno príncipe Cacá) e Davi (high tech friend).

Luz, câmera... emoção!

Começando minha trajetória de blogueira...


Saudações a todos os visitantes do Claquete dez.
O nome de meu blog diz tudo: sou apaixonada por filmes, em especial por aqueles que deixam na gente um anseio pela continuação, e a ideia de que ganhamos muito nas duas horas que ficamos em frente à telinha (ou à tela do cinema, adoro)!
Uma boa história faz a gente viajar. Essa é para mim a definição de um bom filme.
Aprendi a gostar de filmes com meu pai, com quem assistia aos faroestes estrelados por John Waine, Kirk Douglas e o italiano Giuliano Gemma.
São bem-vindos aqueles que, como eu, gostam de cinema. Não sou uma estudiosa da sétima arte, apenas uma curiosa.
Dica da semana: O Quarto Poder, de Costa-Gavras, de 2000 é um filme eminentemente jornalístico, que nos faz refletir sobre a repercussão do que é veiculado na mídia. Como jornalista e professora do curso no qual me formei, não posso deixar de falar nessa história, estrelada por Dustin Hoffmann, Alan Alda e John Travolta.

Luz, câmera, AÇÃO!